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Publié par Messager

31-10-2010 18:54

Angola/35 anos

Ex-Presidente zambiano congratula-se com medidas do governo angolano

 Lusaka - O antigo presidente da Zâmbia,  Kenneth David Kaunda, congratulou-se pelo facto de o Governo angolano estar a fazer o uso da produção de petróleo de uma forma mais abrangente, de modo a beneficiar toda a população.

 

 

Em entrevista colectiva aos órgãos públicos de Comunicação Social angolanos, em Lusaka, a propósito dos 35 anos de independência que Angola que se celebra a 11 de Novembro, Kenneth Kaunda falou da necessidade de o Governo continuar a trabalhar neste sentido, de modo a que os 100 mil barris de petróleo/dia satisfaçam as necessidades sociais de todos.

 

 

No dia 30 do Julho do ano em curso, o Conselho de Ministros estipulou uma importante inovação da proposta do OGE revisto, referente à criação de um fundo em que serão destinados 100 mil barris de petróleo/dia para o financiamento da construção de infra-estruturas básicas, com especial realce para as destinadas ao fornecimento e distribuição de energia eléctrica e ao abastecimento de água potável às populações.

 

 

"Nós sabemos que são necessárias mais escolas, hospitais, estradas e mais desenvolvimento geral em todo o território nacional, mas sob a Presidência de José Eduardo dos Santos o Governo começou a fazer um bom trabalho", afirmou Kenneth Kaunda.

 

 

Na sua opinião, Angola tem estado a mostrar e a ser um exemplo daquilo que deve ser o desenvolvimento de um país, e todos querem que a paz alcançada seja contínua.

 

 

Fez votos que os 35 anos de independência continuem a ser de grande desenvolvimento, desejando felizes celebrações pelo trabalho árduo desenvolvido pelo Presidente de Angola e pela população angolana.

 

Quanto a cooperação entre os dois governos, que considera excelentes, apontou como exemplo a abertura de uma estrada que está a ser construída pelo Governo zambiano e deverá fazer ligação entre a Zâmbia e Angola da parte ocidental  zambiana à província do Kuando Kubango.

 

 

"Recentemente o presidente zambiano, Rapiah Banda, deslocou-se àquela localidade para verificar esta estrada", afirmou.

 

 

"A intenção do Governo zambiano é fazer com que esta via fortaleça a intenção da construção do caminho-de-ferro ligando as duas repúblicas”, adiantou, referindo que estas vias poderão reforçar a interacção e o sistema de comunicação entre os dois povos, facilitando o desenvolvimento de negócios entre os empresários dos dois países.

 

 

Afirmou que os zambianos estão todos orgulhosos por aquilo que os angolanos alcançaram e que o processo continue. "É isso que significa a independência e que continuem a trabalhar desta forma e que Deus abençoe o presidente angolano, as populações das zonas rurais e em todo o pais”, referiu.

 

 

Na qualidade de antigo combatente que lutou pela liberdade, Kennenth Kaunda diz que gostaria de ver reforçadas as relações entre o MPLA e o partido UNIP da Zâmbia. "Deve-se estabelecer um contacto entre os povos da Zâmbia e Angola, assim como entre os dois partidos no poder nos dois países".

 

 

Lembrou que para o início da luta, os combatentes tiveram em mente o amor para com as populações de África, por isso juntaram-se e trabalharam  em colaboração para que Angola fosse independente, assim como o povo de Moçambique, Zimbabwe, Namíbia e África do Sul.

 

 

Expressou a sua admiração pelo fundador da Nação angolana, António Agostinho Neto, do mesmo modo que tem por José Eduardo dos Santos.

 

 

Kenneth David Kaunda nasceu em 1924, foi o primeiro presidente da Zâmbia após a independência do país do Reino Unido e governou entre 1964 e 1991.

 

ANGOP

 

 

Synthèse en français

 

 A l'occasion du 35e anniversaire de l'indépendance de l'Angola,, qui sera célébré le 11 novembre prochain, l''ancien président de la Zambie , Kenneth Kaunda, s'est félicité , au cours d'une interview accordée à la presse officielle angolaise à Lusaka ,des mesures prises par le gouvernement visant à faire bénéfiecier du produit de la vente du pétrole( de l'ordre de100 mille barils par jour) à l'ensemble de la population angolaise.

Concrêtement, le conseil des ministres va destiner les revenus provenant de la vente du pétrole angolais :

- à la construction d'infrastrucures de base, avec un accent particulier

   -à la distribution d'énergie;

   -l'approvionnement en eau potable à la population;

   -l'amélioration des conditions sanitaires des écoles;

   -et la construction des routes et autoroutes.

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